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31.5.13

Cause Everything's Gonna Be Alright /11/




Era perto de 7:00 horas, as primeiras aulas só era a partir das 8:00. Andei mais um pouco, para poder me acostumar com o lugar e saber a onde era cada lugar. Até parar em frente a uma porta, ela tinha coloração escura, meio musgo e de estrutura velha. Estava fechada, eu não podia ver o que tinha dentro. Tentei abri-la, mas eu nem se mexeu, então voltei a andar, indo até a biblioteca, para ver se ali tinha algo me era de meu interesse.Mas o que tinha naquela sala? Por que estava fechada? OH meu Deus, se curiosidade matasse, eu com certeza já estava enterrada.

29.5.13

Contrato (Cap.6)


– Deixa eu te amar, Anna - Justin sussurrou entre beijos. 

Meus olhos se abriram nessa hora, assustados, o que eu iria fazer? Contar a verdade? Mentir de novo? Eu acho que não tem mais como fugir disso, eu não amava Justin, mas agora, ele era meu marido, e ele tinha esse direito.

– Justin... – o afastei um pouco de mim com as mãos.
Justin me encarava, sem entender nada.
– Eu tenho que te contar uma coisa, e desculpa, eu menti pra você, eu sei que isso foi infantilidade da minha parte, mas, eu mal te conhecia, mal sabia como você era, e tive vergonha de te contar, mas... – coragem me faltava, para pronunciar as próximas três palavrinhas, eu não conseguia encarar Justin, olhava tudo, menos seus olhos, dei um último suspiro e decidi continuar – Eu sou virgem, pronto, falei! – fechei meus olhos com força, com medo do que Justin falaria –
– Eu sei Anna... – senti a mão de Justin erguer meu queixo, com delicadeza –
Como assim, ele sabia? Meus olhos se abriram, e o encarei totalmente surpresa.
– Como assim, eu menti pra você... – falei com vergonha –
– Eu sempre soube que você era – ele sorriu fraco - desde quando você havia dito que não, a sua cara de desconforto na hora que respondeu, seus atos nervosos depois de ter falado sobre o assunto, tudo te denunciou, eu entendo você ter mentido... eu realmente fui um idiota quando te perguntei isso –
Aquele dia veio como um flashback na minha mente.
“ – Anna, por favor, vamos tornar isso menos complicado tá? Vamos curtir, transar, você engravida, e fim – dessa vez, ele me encarava, sentado na cama –
– Você acha que é assim? Curtir, transar e engravidar? Vamos ter um filho se você ainda não se tocou! Isso é muita responsabilidade Justin! E outra, eu não vou conseguir transar com você, sem te amar - disse cabisbaixa –
– Como assim? Que papo de virgem – ele zombou – Você não é virgem, é? -ele arregalou os olhos.
– Naa-não!! – menti –

Eu era virgem, apesar dos meus dezoito anos. Eu já tinha ido até as preliminares sabe? Mas o ato mesmo, nunca. Sempre ficava com medo e desistia. É. Não contei pro Justin, porque eu acho que ele ia ficar zombando de mim. Só ia contar quando me sentisse pronta.


Justin parecia prender o riso, mas esse garoto é um infantil mesmo.


– Por que você tá com essa cara? Eu não sou virgem! – elevei meu tom de voz, tentando ser mais convincente -

– Você tá parecendo uma bebêzinha marrentinha – riu- Calma, eu acredito em você! – ele levantou os braços, fazendo sinal de redenção-“
Justin continuava a falar durante minhas lembranças.
– Por mais difícil que seja pra mim te dizer isso, eu vou entender se você não quizer tirar sua virgindade comigo, você não me ama, aliás, você me odeia e... – calei Justin com um beijo feroz, eu nunca pensei que um dia iria beijá-lo assim, com desejo, poderia me arrepender dessa minha decisão pelo resto da minha vida, mas hoje, agora, eu quero isso mais do que tudo–
Justin parecia não entender nada, mas acho que ele entendeu o meu recado quando mordisquei sua orelha e sussurrei:
– Talvez eu me arrependa disso amanhã, ou depois, mas... eu te quero, agora...-voltei a beijá-lo.
Nossos corações estavam descompassados, meu corpo estava indo á loucura com cada toque carinhoso feito pelas mãos de Justin, parecia que ele tinha certo cuidado comigo. Justin me carregou em seus braços, até a beira da praia, onde ninguém pudesse nos ver, ele me deitou com delicadeza na areia, nesse momento ele me olhava com malícia, observando cada centímetro do meu corpo, se deitou sobre o meu corpo, de um jeito que os nossos corpos se tocavam em uma perfeita sincronia eu ficando por baixo e ele por cima, aquilo me dava uma sensação inexplicável, era como se eu não tivesse mais controle sobre mim mesma. Justin me conduzia em tudo, sem falar nada, apenas com o toque, eu entendia o que ele queria. Suas mãos passavam pela minha silhueta, e seus beijos se distribuíam entre o meu pescoço e seios, suas mãos foram rápidas e tiraram o meu biquíni e com certo cuidado, acariciou meus seios, como um instinto, minhas unhas arranharam suas costas sem piedade. Percebi que Justin estava só de sunga, e já havia um volume grande ali dentro. Estava tão extasiada com o prazer que Justin me dava, a cada toque, a cada sugada, a cada beijo em meus seios, que eu nem percebi quando ele tirou a parte de baixo do meu biquini, quando me dei conta, inevitavelmente fiquei tensa, não sabia o que fazer, entrelacei meus dedos em sua nuca e involuntariamente sussurrei seu nome, enquanto senti ele tocar na minha parte íntima, aquelas sensações tomavam conta de mim, de um jeito que era impossível controlar, ele começou a me estimular, sentia o meu corpo se arrepiar, um tipo de energia percorria todo o meu corpo. Tive vontade de ficar sobre ele, e assim fiz, olhei seu membro com malícia, e fui descendo meu corpo até lá. Eu não sabia o que fazer direito, nunca tinha feito sexo na vida, nunca tinha pegado naquilo, mas meu instinto dizia para tirá-lo da sunga o quanto antes, estava insegura sobre esse ato, mas tirei seu membro de lá e apertei com a mão, era uma sensação estranha, nova, mas boa. Justin arqueou seu corpo, acho que apertei com muita força, ri de mim mesma, mas ele assentiu, era pra eu prosseguir, fazia pequenos movimentos de vai e vem em seu pênis, Justin gemia e aquilo me deixava mais excitada.
Justin Drew Bieber’s Point Of View
– Talvez eu me arrependa disso amanhã, ou depois, mas... eu te quero, agora...- Quando Anna sussurrou isso no meu ouvido, me senti o homem mais feliz do mundo, eu ia fazer aquilo valer a pena. Seu corpo era perfeito, dos cabelos até a pontinha dos dedos do pé, ela era perfeita. Eu posso ser o maior cafajeste de todo o mundo, posso ser o pior marido de todos, mas hoje eu ia tentar ser o melhor de mim. Eu tinha o seu corpo deitado à minha frente, não sabia nem por onde começar. Estávamos a afastados de tudo e de todos, a praia estava deserta. Estava deitado sobre o corpo dela, beijava-a como se não houvesse amanhã, como se hoje fosse o meu ultimo dia aqui, junto com ela. Tentava tê-la o mais perto possível do meu corpo, nossos corações estavam acelerados, levei minhas mãos ao seu biquíni e o desamarrei, tive a melhor visão de seus seios, eram médios e bonitos, com cuidado, massageei cada um deles, ela arranhava minhas costas com a ponta dos meus dedos, ela sussurrou meu nome em meu ouvido, e aquilo me deixou com mais vontade dela. Tirei a parte de baixo de seu biquíni, e comecei a estimulá-la com um dedo, depois dois, até ela ficar um pouco mais molhada. Voltei a beijar seus seios, e ela mudou de posição, ficando sobre mim, ela tinha seus olhos em meu membro, tirou meu pênis da sunga, e o apertou com força, arqueei meu corpo por causa da dor, ele olhou pra mim confusa, e eu assenti pra ela prossegui com aquilo, ela fazia movimentos de vai e vem, estava ficando muito excitado, e gemia baixo, acho que já estava na hora de tê-la dentro de mim, tomei o controle da situação novamente, colocando-a sentada, suas pernas ficaram entre minha cintura. Anna tinha seu rosto sob meu ombro, e suas mãos me abraçavam com força.
– Se doer me avisa... – disse posicionando meu membro na entrada da vagina dela, Anna estava tensa, eu sentia isso, penetrei-a bem devagar fazendo-a gritar quando senti meu membro rompendo seu hímen – Tá doendo? – perguntei.
– Tá, mas continua – ela disse quase num sussurro.
Comecei um vai e vem ritmado e devagar, mas Anna sussurrava pedindo por mais, e aumentei o ritmo, e ela foi se aliviando, nossos corpos estavam suados de prazer. Senti necessidade de chupar seus seios, seu pescoço, começamos a nos sentir um no outro, tudo se encaixava perfeitamente.
Anna Bonner Mazzafera’s Point Of View
Quando Justin me penetrou gritei de dor, mas com o tempo a dor ficou suportável, e virou prazer. Eu nunca imaginei que essa sensação seria tão boa, como vivi sem isso por tanto tempo? Justin chupava meus seios e meu pescoço enquanto me entocava rápido, estava no meu ápice, senti meu corpo estremecer, depois de segundos senti meu gozo sair, perdendo todas as minhas forças e caí ao lado de Justin, que também já tinha chegado ao seu auge. Estava extasiada e com a respiração muito ofegante. Eu não acreditava que tinha perdido minha virgindade com ele. Hoje. Percebi que Justin estava me encarando, mas eu não tive coragem de virar o rosto, e olhá-lo, estava com vergonha. Tratei de achar meu biquíni e coloquei o mais rápido possível, ainda não tinha ninguém ali mas ela melhor eu ficar vestida.
– Ei – era Justin me puxando pelo braço, me obrigando a encará-lo – Não vai dizer nada? – ele sorria gentilmente.
– O que é pra eu dizer? –
– Não sei... Você gostou? Se arrependeu? – ele ainda segurava meu braço –
– Eu gostei, mas ainda é muito cedo pra dizer que não estou arrependida... – me soltei dele – vou tomar banho de mar! – levantei-me.
– Tudo bem, eu vou com você – ele levantou-se, ajeitou a sunga e veio atrás de mim.
Dentro do mar, não aconteceu nada além de alguns beijos que Justin me dava, depois nós caminhamos um pouco pela areia, conversamos sobre a minha família e a família dele, Justin me contou que tinha dois irmãzinhos, Jazzy e Jaxon.
– Então, quer dizer que a garotinha que entregou as alianças, era sua irmãzinha Jazzy? –
– Hunrun... – ele assentiu –
– Ela é linda, nem puxou à você... – comentei para provocá-lo –
– Ela é linda igual à mim, nem vem – ele disse convencido –
– Você nem se acha hein? –
– Fazer o quê, se eu sou lindo mesmo –deu de ombros –
– E Jaxon? eu não o vi durante a cerimônia... –
– Ele estava lá, mas só que com a babá – Justin explicou-
– Ah... – senti minha barriga roncar – Justin, tô com fome – disse passando a mão na barriga – Eu trouxe uns sanduíches mas eles ficaram no sol, e devem estar estragados agora – fiz cara de nojo –
– Eu também estou, vamos voltar pro hotel... –
– Não Justin, vamos procurar um restaurante –
– Mas eu não sei onde tem um restaurante –
– A gente dá um jeito de achar um... – dei de ombros –
Voltamos pro carro, e Justin seguiu a trilha de volta para o hotel, mas só que fomos em direção ao centro da “cidade”. Existiam vários restaurantezinhos lá com comida típica da região. Achamos também uma Pub, que ficava do lado de um restaurante de comida típica.
– Olha que tal a gente vir aqui? – Justin apontava pra Pub –
– Hoje? – perguntei desanimada –
– Pode ser amanhã... Ainda temos 3 dias aqui! –
– Então, amanhã à noite –
– Tudo bem – Justin parou o carro na frente do restaurante de comida típica – Pronto! –
Saímos do carro, e entramos no restaurante, apesar de ser ainda onze e meia da manhã, até que haviam várias pessoas almoçando. Justin pegou uma cadeira, e fez sinal para que me sentasse, e depois ele se sentou à minha frente. Até que ele estava sendo cavalheiro. Justin pegou o cardápio.
– Acho melhor você pedir, porque eu não estou entendendo nada do que tem escrito aqui – ele disse chateado –
– Tudo bem... –
Pedimos a ajuda da atendente para fazermos nosso pedido, eu não conhecia nem metade daquelas comidas, a atendente que escolheu por nós. Depois de esperarmos um pouco, ela chegou com uma tal de Buchada.
– Não exagerem muito na quantidade hein? – a atendente avisou, o que ela queria dizer com isso? –
– Nossa, isso é muito bom.. – Justin parecia que não comia há dias –
– Calma Justin, não exagere na quantidade... –
Justin colocava mais Buchada em seu prato, e aquilo me fazia rir.
Depois que terminamos de comer a Buchada, pedimos uma sobremesa, chamada “Brigadeiro”. Estava muito bom, uma das melhores coisas que já havia provado. Justin pagou a conta, e depois voltamos para o hotel.
– Anna... – Justin me chamou, quando estava saindo do banho ainda de toalha –
– O que foi? –
– Não estou me sentindo bem – ele estava fazendo careta.
– O que você está sentindo? – disse me aproximando da cama, onde ele estava.
Será que ele estava com dor de barriga por causa da Buchada? pensei comigo mesma.
– Eu não sei... – ele dizia manhoso – Estou sentindo uma dor aqui! – ele pegou minha mão indo em direção a sua barriga, mas quando eu menos esperei ele puxou meu braço, me fazendo cair em cima dele – Te enganei – ele me beijou, e ficou por cima de mim.
– Que brincadeira sem graça Justin, eu pensei que você estava passando mau por causa da comida! – disse irritada, e me livrando dele –
– Não fica com raiva, foi engraçada a sua cara de preocupada – ele sentou-se na cama, e me imitou –
– Nossa que engraçado – ri sarcástica, e ele riu mais ainda –
Enquanto Justin ficava falando as besteiras dele, me troquei e fiquei vendo televisão. Justin acabou cochilando e me deixando em paz. Quando deu umas onze e meia da noite ele acordou, e nós pedimos um jantar no quarto, comida simples, e logo em seguida, dormimos.

27.5.13

Contrato (Cap.5)

(DIVAS) 

....
Anna Bonner Mazzafera's Point Of View

Depois que Justin tomou banho, nós jantamos, assistimos um filme e depois fomos dormir. Eu havia colocado o despertador para tocar às sete da manhã, em ponto, pois iríamos passear pela ilha, e quanto mais cedo fossemos melhor, era mais tempo para conhecer as praias da ilha. E o bendito despertador tocou.

– Ai desliga isso, Anna! - Justin se virou pro meu lado na cama.
– Pode ir acordando, se lembra o que você prometeu? Hoje nós vamos passear -levantei-me da cama, e comecei a puxar o lençol que o cobria. 
– Só mais cinco minutinhos, vai... -ele colocou o travesseiro sobre o rosto. 
– Nada de cinco minutinhos... Não era você que estava todo alegre de estar no Brasil? e agora tá aí... sem querer sair do Hotel- revirei os olhos. 
– Eu realmente quero conhecer a Ilha, mas como você não me deixou dormir a noite toda com o seu ronco, fica difícil acordar disposto no dia seguinte...-
– Como assim "meu ronco"? Eu não ronco Justin Drew Bieber! -afirmei confiante.
– Ronca sim, parece um motor de carro de fórmula 1 -ele começou a rir da cara que eu tinha feito.
– Justin isso não tem graça, eu não ronco... -cruzei os braços, encarando-o.
– Tá, tá... Você não ronca, só queria ver sua reação -ele riu debochado. 
– Que brincadeira sem graça -fiz cara de desprezo- Já pode ir levantando, eu ia até te dar uns 5 minutinhos de sono, mas depois dessa, você vai levantar e é agora! -puxei o lençol e o edredom dele e saí correndo, e ele veio correndo atrás de mim-
– Para Justin, eu não agüento mais correr -disse ofegante, mas sem parar de correr.
– Então, se renda! - ele disse vindo em minha direção. 
– Nunca! - olhei pra trás, pra ver onde ele estava, e ele estava muito próximo de mim, estava encurralada.
– Fim da brincadeira Justin me abraçou por trás, e eu bufei 
– Tá, e agora acontece o quê? -Justin me pressionou contra a parede- 
– E agora... Agora eu deveria ganhar alguma coisa? - ele estava a centímetros do meu rosto, seus olhos castanhos me encaravam com desejo- 
– O quê? -perguntei receosa- 
– Um beijo... - Justin estava quase selando nossos lábios, quando chutei sua parte íntima, e eu me soltei dele. 
– Vai tomar banho, aí depois... Quem sabe, você ganhe alguma coisa...- falei debochada, olhando ele se contorcer. 
– Depois dessa eu não quero mais nada com você, sua louca!- ele disse ainda se contorcendo.
– Quem manda não fazer o que eu peço?! -

Justin tomou banho, colocou uma sunga, bermuda e a camisa da seleção brasileira, aquela que ele comprou no aeroporto. Depois eu tomei banho, e coloquei essa roupa (http://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=53864168). Também peguei uns refrigerantes e uns petiscos pra comer e coloquei na bolsa.

– Você vai assim? -Justin disse quando eu terminei de me vestir.
– Vou! - dei de ombros -
– Só não vai! -ele levantou-se da cama, ficando de pé. 
– Vou sim, e você fique na sua! Você não manda em mim e muito menos no jeito que eu me visto, entendeu? -estava quase colocando o dedo na cara dele. 
– Nossa, eu só achei essa saia peque... -o interrompi.
– Não importa o que você achou, agora vamos! -Abri a porta da suíte e o esperei.

Odeio esses homens que querem mandar na roupa que a mulher usa. São uns machistas, ridículos.

Saímos do quarto e fomos até a recepção do hotel, procurar por algum guia de turismo, mas estes guias só trabalham com um grupo grande de turistas, ou seja, teríamos que encontrar outro jeito. Mapa. Isso foi o que a recepcionista nos deu, um mapa de todo o arquipélago. É. Acho que isso vai ser interessante.

– Você é louca? -Justin disse pegando o mapa das minhas mãos. 
– Ué, você agora tem boca? Estava caladinho e agora decidiu dar palpite-perguntei irritada -

Desde que tínhamos saído da suíte, depois do fora, Justin havia ficado na dele, emburrado.

– Você é muito bipolar garota!-
– Não mais que você - retruquei - Seus momentos insuportáveis, superam seus momentos de fofura...-
– Senhora Bieber... - a recepcionista interrompeu nossa briga, ela era muito corajosa só pode -
– É Sra. Mazzafera! - corrigi, tentando não ser grossa - 
– Desculpa, Sra. Mazzafera! Queria avisar que o carro que a senhora pediu acabou de estacionar na entrada do hotel -
– Muito obrigada! - sorri -

Justin havia alugado uma rangerover, para podermos nos locomover. Justin foi até a entrada do hotel e entrou no carro, e logo depois eu entrei.

– Eu só quero ver se você sabe ler mapas - falou irônico - Pra onde vamos? 
– Hm.... - prestava atenção no mapa - O que você prefere, uma praia cheia ou deserta?

– Por que você tá me perguntando isso? O que eu responder você não vai gostar - ele sorriu malicioso -
– Então tá... Aqui tá dizendo que a praia da Cacimba do Padre fica há 6 km daqui, pega essa estrada de terra, e é só seguir á trilha, que vai dar direto na praia -expliquei-

Justin dirigia atenciosamente, e eu liguei o som do carro, o silêncio já estava insuportável. A praia era perto, e em menos de quinze minutos chegamos. 
– Tá vendo, eu sei ler mapas! -ri.
– Ainda bem... -ele sorriu -

Justin parou o carro numa área própria e descemos. A praia era perfeita (http://migre.me/9YHpl).

– É melhor do que eu imaginava -Justin comentou se aproximando do mar.

Existiam no máximos umas dez pessoas ali, a praia estava quase deserta.

– É muito bonito mesmo -falei tirando os óculos escuros- 
– Então, não vai entrar? -Justin perguntou tirando a camisa, e depois a bermuda, ficando só de sunga preta- 
– É... acho melhor eu ir, antes que você me leve a força -falei rindo, me lembrando do episódio da piscina. 

Tirei a saia, os chinelos, deixei a bolsa e os óculos, tudo junto, em cima de uma canga na areia. Eu e Justin fomos andando, um ao lado do outro até o mar. Coloquei a ponta dos dedos na água e me surpreendi.

– Bem quentinh... -senti alguém me abraçar por trás - Justin... -o reprimi.
– Eu sei que você gosta -ele sussurrou no meu ouvido, e sorri involuntariamente-
Caminhamos assim até eu ficar com a água na altura dos ombros. Justin ficou de frente pra mim, suas mãos seguravam meu rosto. Nossos corpos estavam totalmente colados, não havia nenhum centímetro de distância. Como eu era mais baixa que Justin, ele me colocou com as pernas abertas abraçadas a sua cintura, e fiquei mais ou menos na altura dele. Eu não conseguia dizer nada, aliás, eu não sabia mais que desculpa dá-lo. Aqueles olhos amendoados me acabavam com os meus pensamentos, e qualquer tentativa de sair daquela situação, era falha. Justin me beijou, de início eu não fiz nada, mas sua língua explorava cada canto da minha boca, e senti necessidade de explorar a dele também. Nossas línguas travavam uma batalha, onde ambos só queriam ganhar. 

– Deixa eu te amar, Anna -Justin sussurrou entre beijos. 

Meus olhos se abriram nessa hora, assustados, o que eu iria fazer? Contar a verdade? Mentir de novo? Eu acho que não tem mais como fugir disso, eu não amava Justin, mas agora, ele era meu marido, e ele tinha esse direito.
.......
COMENTEM PLEASE 

25.5.13

Contrato (Cap.4)

Relembrando o final do capítulo anterior:
–Justin, foi lindo o que você falou, eu estou sem palavras - sorri sem graça - Eu entendi, e eu concordo com o que você falou, nosso caminho vai ser longo e instável, mas você acha que o nosso esforço vai dar certo? Você me entende... Você acha que um casamento forçado pode dar certo? - o encarei sem saída -
– Eu já disse, se nós quisermos ele parou e segurou meu rosto com as duas mãos Sim!- e por fim me beijou novamente -
– Justin – dei fim ao beijo, estava sem ar – Eu tô com frio –
– Eu te esquento – ele disse me abraçando mais forte –
– Desculpa, mas, a gente já tá aqui há um tempão, vamos virar peixes daqui a pouco - ri.
– Mas seria legal ser um peixe... Que tal um tubarão?-
– Você é uma criança mesmo – ri.
Justin me levou até o lado de fora da piscina, e sentamos numa mesa pra dois ainda perto da piscina.
– Acho melhor a gente almoçar, eu to morrendo de fome... – falei exagerada-
–Vou chamar o garçom pra gente pedir alguma coisa – Justin fez sinal pro garçom vir –
– Não, Justin –
– Não quer que eu chame o garçom? – ele perguntou confuso –
– Eu queria comer fora, já é o nosso segundo dia aqui e nós ainda nem saímos do hotel... Deve ter praias lindas por aqui, restaurantes e eu vi naquela revista que eu tava lendo antes de você me molhar toda, que existe passeios de lancha pra ver os golfinhos –encarei-o – Vamos? – perguntei entusiasmada, mas Justin estava com uma cara estranha- Que cara é essa, Justin?-
– Você me chama tanto de criança, mas quem tá parecendo uma agora é você- ele riu-
– Aff Justin – bufei – Vamos ou não? – fiz bico –
– Tem que ser hoje mesmo? - ele me imitou fazendo bico também -
– Não... –
– A gente acorda cedo amanhã, arruma um guia se necessário e vamos, certo?-
– Concordo só se você prometer...- o garçom chegou a nossa mesa com os cardápios-
– Tá, eu prometo! Mas hoje a gente fica aqui juntinho – sorriu –
Não havia gostado da ultima parte da frase que Justin acabara de falar, mas fiquei calada, pois o garçom já havia chegado.
– O que os senhores vão pedir? – o garçom perguntou em português, já com o bloquinho na mão para anotar os pedidos –
Dei uma olhada no cardápio, e escolhi um prato que já conhecia.
– Hm... Vou querer uma porção de feijoada, mas com pouca carne de porco sabe? – o garçom assentiu com a cabeça – acompanhado de arroz branco, purê de batatas e salada!-
– E você senhor? – o garçom perguntou a Justin, e ele lógico não respondeu, o garçom havia perguntado em português-
– Ele é canadense, tem que falar em inglês com ele –expliquei –
O garçom retornou a fazer a mesma pergunta a Justin, mas só que em inglês agora.
– Vou pedir a mesma coisa que ela, e um chopp –
– E a senhora alguma coisa pra beber?- o garçom me perguntou –
– Só um suco de laranja –sorri –
Após o garçom anotar os pedidos, ele se retirou. Enquanto esperávamos o garçom voltar com os nossos pedidos, eu e Juntin, ficamos conversando sobre o que poderíamos fazer amanhã. Passou um tempo, e o garçom voltou. Comemos, e depois fomos para a nossa suíte.
– Vou tomar banho...- avisei a Justin entrando no banheiro –
Deixei Justin na sala, vendo televisão e fui tomar banho, lavei o cabelo, sequei-o, passei uma maquiagem leve e coloquei uma roupa simples (http://www.polyvore.com/casa/set?id=33786392).
Justin Drew Bieber’s Point Of View
Depois de almoçarmos, voltamos para a suíte e Anna disse que ia tomar banho. Fiquei sentado vendo um filme pornô qualquer que estava passando, mas nem prestei muita atenção naquilo, estava pensando no meu beijo hoje cedo com Ann, até que meu celular começa a tocar. Peguei-o e vi que era meu pai, Jeremy. Atendi. Aumentei um pouco mais a televisão. Anna não poderia escutar essa conversa, de jeito algum.
– Fala pai! –
– Ela está por perto? – meu pai perguntou preocupado –
– Não, não ela está tomando banho, você ligou em boa hora –expliquei-
– Ótimo... E aí vocês já? – meu pai se referiu a consumação do casamento, a transa-
– Ainda não...-
– Como assim... Não? – meu pai quase gritou do outro lado da linha –
– Calma pai, mas acho que hoje ela tá no papo, disse pra ela que não iríamos sair pra ficarmos juntinhos –ri.
– Quero ver filho, quantos mais rápido ela engravidar melhor pra você, e melhor ainda pra mim!-
– Eu sei pai, quanto mais rápido melhor pra mim – percebi que a porta do banheiro estava sendo fechada, e tratei de desligar o telefone – Tenho que desligar pai, tchau! – terminei a chamada e Anna me encarava. Será que ela havia me escutado? –
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Saí do banheiro, e vi Justin falando no celular, ele notou minha presença rapidamente e logo tratou de terminar a ligação. Tudo que eu entendi foi “Eu sei pai, quanto mais rápido melhor pra mim... Tenho que desligar pai”. Do que ele estava falando? Será que... Não acredito que ele está falando do contrato, só pode ser isso. Ele ainda ficou todo nervoso, depois de terminar a ligação.
– Como assim Justin? “Quanto mais rápido melhor pra mim”?- as palavras saíram com raiva da minha boca.
Justin estava estático, com os seus olhos sem vida. Parecia pensar em algo.
– Vai Justin fala logo, é o que eu estou pensando não é? – perguntei sarcástica- Claro que é... A idiota aqui acreditou no papo romântico de que juntos poderíamos conseguir nosso objetivo e blá blá blá – falei com desprezo –
– Não, não é nada disso do que você tá pensando – ele gesticulava desesperado –
– É só isso que vocês homens sabem falar “Não é nada disso do que você está pensando”- imitei-o – Aii Justin eu te odeio, te odeio – batia minhas mãos contra o seu peitorial, desesperadamente, lágrimas já caiam do meu rosto – Você só quis me levar na lábia, transar comigo e quem sabe me engravidar, nojento! – Justin segurou meus braços com força –
– Dá pra me escutar? Por favor? – ele me encarava, e eu fiquei calada, engolindo meu choro – Não é nada disso do que você está pensando, eu não estava falando do contrato com o meu pai, era uma surpresa mais agora eu vou falar... –
– Surpresa? – franzi o cenho –
– É... Meu pai está procurando umas casas pra gente morar e... ele achou uma... enfim, a casa está sendo reformada, parece que já está sendo terminada, por isso eu falei “Quanto mais rápido melhor pra mim”?- ele fez aspas com as mãos – Me desculpa, eu não queria te fazer chor...- o interrompi –
– Meu Deus... que vergonha de mim, me desculpa Justin, por favor, eu sou realmente uma exagerada, descontrolada, louca... –abracei-o-
– Não, tudo bem, me colocando no seu lugar eu também faria isso – ele disse retribuindo o abraço –
– Eu estou me sentindo péssima agora – sorri fraco –
– Vamos esquecer isso, por favor – ele soltou-se do meu abraço –
– Ah... Nós vamos morar juntos? Como é a casa? Tem fotos? – tentei mudar de assunto-
– Calma... –ele riu – Bom, pessoas casadas moram juntas não é?–
– É... – sorri.
– A casa eu ainda não sei, mas meu pai tem muito bom gosto... E fotos, eu... não tenho fotos da casa ainda – ele disse passando a mão na nuca sem graça –
– Ahhh Justin – falei desapontada – Quero fotos! –fiz bico –
– Depois eu peço pro meu pai me mandar fotos, agora... Vamos nos divertir um pouquinho né? – Justin disse se aproximando, e me dando pequenos beijinhos no meu pescoço, me causavam arrepios –
– Para Just... – mau conseguia pronunciar seu nome por causa das carícias –
Os beijinhos do pescoço, passaram para a minha boca. Justin realmente sabia me envolver, eu estava totalmente sem forças para recusar seus carinhos. Justin pediu passagem com a língua, e eu rapidamente cedi, o beijo se aprofundou indescritivelmente, não era um beijo calmo como o de hoje cedo, e sim um beijo veloz, caloroso, com desejo. Justin tinha uma mão segurando meu rosto, e outra em minha cintura. Com a mão na minha cintura ele me puxou mais pra perto dele, fazendo nossos corpos colarem. Eu estava sem saída. Justin deu uns passinhos pra frente enquanto me beijava e isso me fez dar passos pra trás, só sei que já estava com parte das minhas pernas encostadas na cama. Justin me deitou na cama com cuidado, e ficou deitado sobre mim, mas com um braço apoiado na cama, diminuindo seu peso sobre meu corpo, e a outra mão, percorria minha perna. Se eu desse mais liberdade, iria acontecer algo, algo que eu não queria que acontecesse agora, assim, sem eu estar preparada. Reuni todas as minhas forças, e decidi apartar o beijo, e encerrar aquilo.
– Tá bom, Justin – disse segurando seu rosto, estava ofegante –
– Por que? estava tudo indo tão bem, eu...- coloquei o dedo indicador de frente aos seus lábios, pedindo que ele se calasse-
– Não, hoje não! – me levantei da cama, deixando ele na cama, deitado –
– Você vai me deixar assim? – ele perguntou incrédulo apontando pra sua parte íntima, já tinha um grande volume lá –
– Vou! E acho melhor você tomar um banho. Sabe... Pra tirar esse calor – ri, olhando-o-
Ele revirou os olhos e entrou no banheiro. Ouvi o chuveiro ligar e suspirei aliviada daquilo não ter acontecido. Tentei mudar meus pensamentos, e prestei atenção no que estava passando na televisão, aquilo era um filme pornô? Eca. Justin havia deixado nesse canal.
Justin Drew Bieber’s Point Of View
– Como assim Justin? “Quanto mais rápido melhor pra mim”?- as palavras saíram com raiva da boca de Anna -
Eu fiquei sem reação, o que eu iria falar pra ela? Se eu contasse a verdade, jogaria tudo que havia conquistado hoje de manhã por água a baixo. E isso eu não queria.
– Vai Justin fala logo, é o que eu estou pensando não é? Claro que é... A idiota aqui acreditou no papo romântico de que juntos poderíamos conseguir nosso objetivo e blá blá blá – ela falou com desprezo–
– Não, não é nada disso do que você tá pensando – foi a primeira coisa que veio em minha cabeça–
– É só isso que vocês homens sabem falar “Não é nada disso do que você está pensando”- ela me imitou – Aii Justin eu te odeio, te odeio – ela veio em minha direção e começou a bater suas mãos contra o meu peitorial, desesperadamente, lágrimas já saiam de seus olhos – Você só quis me levar na lábia, transar comigo e quem sabe me engravidar, nojento! –segurei seus braços, como defesa–
– Dá pra me escutar? Por favor? –finalmente ela havia se calado – Não é nada disso do que você está pensando, eu não estava falando do contrato com o meu pai, era uma surpresa mais agora eu vou falar... – eu inventei isso de ultima hora -
– Surpresa? – ela franzi o cenho–
– É... Meu pai está procurando umas casas pra gente morar e... ele achou uma... enfim, a casa está sendo reformada, parece que já está sendo terminada, por isso eu falei “Quanto mais rápido melhor pra mim”?- fiz aspas com as mãos – Me desculpa, eu não queria te fazer chor...- ela me interrompeu, e eu realmente espero que ela tenha acreditado nisso–
– Meu Deus... que vergonha de mim, me desculpa Justin, por favor, eu sou realmente uma exagerada, descontrolada, louca... – ela me abraçou, e eu respirei aliviado, ela tinha acreditado na minha mentira-
– Não, tudo bem, me colocando no seu lugar eu também faria isso – abracei-a de volta-
–Eu estou me sentindo péssima agora –ela sorriu sem jeito–
– Vamos esquecer isso, por favor –
– Ah... Nós vamos morar juntos? Como é a casa? Tem fotos? –ela finalmente mudou de assunto-
– Calma... – ri pelo nariz– Bom, pessoas casadas moram juntas não é? –
– É... – ela respondeu sorrindo -
– A casa eu ainda não sei, mas meu pai tem muito bom gosto... E fotos, eu... não tenho fotos da casa ainda – Como eu iria consegui fotos de uma casa que nem existia? Pensei comigo mesmo–
– Ahhh Justin – ela parecia desapontada – Quero fotos! –fez bico–
– Depois eu peço pro meu pai me mandar fotos, agora... Vamos nos divertir um pouquinho né? – Eu me aproximei de seu corpo dando pequenos beijinhos em seu pescoço–
– Para Just... –ela tentava se esquivar de meus beijos–
Comecei a beija-la intensamente, com desejo. Levei-a pra cama, estava quase conseguindo o que eu queria, eu realmente queria aquilo independente de contrato, independente de tudo, eu estava começando a sentir algo por ela e eu não sei se isso seria bom pra mim. Fiquei com meu corpo sobre o dela, minhas mãos percorriam seu corpo com cuidado. Anna parecia um pouco hesitante, e apartou o beijo.
– Tá bom, Justin – ela disse ofegante–
– Por que? estava tudo indo tão bem, eu...- ela colocou o dedo indicador de frente aos meus lábios, calando-me.
– Não, hoje não! – ela se levantou da cama me deixando ali, naquele estado–
– Você vai me deixar assim? – apontei para o meu membro que já estava volumoso dentro da bermuda–
– Vou! E acho melhor você tomar um banho. Sabe... Pra tirar esse calor – ela riu-
Revirei os olhos e entrei no banheiro ainda incrédulo com o que ela acabara de fazer comigo.

 

©código base por Ana .