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28.6.13

Devil Beside You - Cap. 2

- Ser a escrava dele?! Ele é louco?!  - Larissa falava alto, em quanto andava de um lado para outro como uma louca no Starbucks mais perto da faculdade.
- Eu também acho que ele é louco, mas eu tenha tanto medo dele.
- Eu ouvi que aqueles caras são implacáveis por causa dele. – Layla falava, sentada do meu lado.
- Eu não quero ouvir isso! – falei alto, colocando as mãos no ouvido.
- Pare de negar a verdade, Kate. Pode continuar Layla. – falou Larissa, puxando minhas mãos e se sentando para ouvir o que Layla tinha a falar.
- Eu escutei que, no ensino médio, sempre que eles escolhiam uma garota como alvo, ela era maltratada constantemente. – falou Layla, me deixando apavorada.
- Porque sou eu dessa vez?
- Porque você é uma covarde! É por isso que você é maltratada! Eu vou recuperar a sua carta! – Larissa falou e se levantou determinada.
- Sério?! Vai fazer isso pra mim?! Você é a melhor. – falei abraçando-a.
- Não se preocupe com nada. Enquanto eu estiver aqui, eu não vou deixar que ninguém abuse de você. – falou ela, retribuindo meu abraço.

27.6.13

RollerCoaster of Love cap 05




Anteriormente: Aquela sensação era maravilhosa.

[...]

Eu e Justin ficamos se beijando por um bom tempo. Ele era incrivelmente lindo, e mesmo eu não o conhecendo a muito tempo, já tinha amado conhece- ló. Depois de algum tempo nós paramos de se beijar.
Justin: sorriu- Você é linda.
Giovanna: Obrigado – sorri – eu estava deitada na cama de Justin.
Justin: Quer dormir aqui?
Giovanna: Acho melhor não – eu não sou tão louca assim – Ah, e tenho que falar com a Cher, aonde será que ela esta? – disse me levantando. Acho melhor eu não me precipitar muito, não desejo que aconteça tudo novamente.
Justin: Ah sim, eu vou ligar para o Chaz – se inclinou e pegou o  celular que estava ao lado
Justin on:
Ligação on:
Justin: Cara, onde você esta?
Chaz: Você não sabe da maior – disse aflito
Justin: Fala logo 
Chaz: A Cher se envolveu em uma briga, e bateu em uma menina.
Justin: Nossa! Mais ela apanhou muito?
Chaz: Não cara, ela deu um "coro" na menina. Fiquei ate assustado. Mais ainda bem que eu consegui separar a briga das duas, e agora estou levando a Cher embora, ou melhor ai para sua casa.
Justin: Ok cara, quando chegar já vai entrando.
Chaz: Ok, xau.
Justin: Xau- desligou o telefone
Ligação of
Camila estava aflita, eu conseguia perceber isso nitidamente. Ela me olhava, querendo saber oque estava acontecendo com a Cher. Acho melhor eu falar logo.
Justin: Ela se envolveu em uma briga.
Giovanna: Sabia! eu não poderia ter deixado ela lá sozinha – passou a mão na testa em seguida no rosto, aparentando ter ficado triste.
Justin: Mas ela não estava sozinha, o Chaz estava lá e  conseguiu separar a briga.
Giovanna: Mesmo assim- ela estava triste- Onde eles estão?
Justin: Acabaram de sair de lá, eu acho. Chaz esta trazendo ela para cá. Fica calma Giovanna, ela vai ficar bem. – tentei acalma – lá
Giovanna: Tudo bem – sentou – se novamente na cama.
[...]
Chaz: Ajuda aqui! – disse entrando com Cher nos braços. Rapidamente eu desci as escadas e fui ajuda – ló. Essa menina pesa. Em seguida colocamos ela deitada no sofá.
Giovanna: Ela ainda esta muito bêbada? – perguntou a Chaz
Chaz: Um pouquinho
Giovanna: Cher? – disse chegando mais perto da amiga.
Cher: Oi amiga linda – deu risada e apertou as bochechas de Giovanna
Giovanna: Amiga, você é louca? Porque você se envolveu em uma briga?
Cher: Eu? Eu? Eu? - Eu, e  Chaz estávamos segurando a risada.
Giovanna: se virou e nos olhou seria- Vocês estão achando graça?
Justin: Não –  olhei para Chaz.
Giovanna: Idiotas! Me ajudem a subir com ela para o banheiro.
[...]
Depois de um tempo, Cher já estava melhor e acredito que Giovanna também. Eu não consigo parar de pensar no beijo dela. Nós ficamos conversando, e pude perceber a troca de olhares entre Cher e Chaz. Será que eles ficaram? Já eu não conseguia parar de olhar para Giovanna, o sorriso dela me encantava.
Giovanna: Bom nós já vamos indo, porque já esta  amanhecendo.
Cher: É vamos – foi em direção á porta.
Justin: Se quiserem eu levo vocês para casa – sorri
Cher: Pode ser.
Justin: peguei as chaves no bolso do meu casado – Vamos?
Seguimos para o lado de fora, e entramos no carro. O caminho todo foi silencioso. Cher dormiu no banco de trás e Giovana apenas olhava para Janela, só observando o caminho que estávamos percorrendo. 
[...]
Justin: Chegamos - sorri
Giovanna: Obrigado - disse e me deu um beijo leve na bochecha- Vamos Cher?
Cher: Aham - disse meia sonolenta abrindo a porta e saindo
Giovana: Ate mais - virou - se 
Justin: Não, espera!
Giovana: olhou para mim novamente- Sim
Justin: Me de só um beijo - disse meio sem jeito 
Giovanna: Acho melhor não 
Como assim "acho melhor não"? - pensei.
Justin: Porque?
Giovanna: Não sei. Eu tenho que ir.
Justin: Eu sei mais ..
Giovanna: Mais?- me olhou curiosa
Justin: Esquece. Deixa pra - lá - sorri- Boa noite - lhe dei um beijo bem demorado na bochecha, que a fez ficar vermelhinha. 
Giovanna: Boa noite. - saiu do carro. 
Cara, essa garota meche comigo. Não sei como , mais ela me deixa louco só de olhar no fundo dos olhos dela. Quer por sinal, são lindos. Mas acho melhor eu ir com calma.
Giovanna on:

Eu sei que neste exato momento vocês devem estar me chamando de idiota, ou burra, sei la. Mais eu acho melhor  esperar e ver no que vai dar. E vocês, oque acham?

[...]

Continua

Olá meninas, tudo bem? Então eu sei que eu demorei para postar, mais tive meus motivos.  Por favor espero que vocês leiam e comentem. Agora eu estou de férias e prometo postar mais rápido, se vocês comentarem é lógico. Ah, e qualquer coisa estou no twitter @justinmybaby94 me sigam lá, eu sigo de volta. E deixem o twitter de vocês ai em baixo, para quando eu postar um capitulo eu poder avisar vocês. Vocês acham que o Justin ainda vai "correr atrás da Giovanna?" ele gostou dela em hahahahaha. Beijos na bunda <3


26.6.13

Devil Beside You - Cap. 1

- Lucas, Eu... Eu quero que você saiba... Você é o primeiro garoto por quem eu me apaixonei. Eu gosto de você. – sorri tímida e olhei para baixo, não estava acreditando na minha coragem de tudo aquilo falar.
- Eu não acredito que você falou isso, até porque, eu deveria ter dito isso primeiro. Eu acho que... Antes de você gostar de mim, eu já gostava de você. Kate seja a minha namorada.
E sem pensar, corri para abraça-lo, era o melhor dia da minha vida.

- Kate! Kate!
- Esta aula está muito chata para você?! – perguntou a professora, me acordando do meu melhor sonho.
Balancei a cabeça negando sua pergunta e olhei para meu lado esquerdo, onde Lucas estava sentado e me olhando.
Como podia ser tão lindo? O sorriso, o cabelo, tudo combinando de uma forma tão perfeita.
O sinal para o fim da aula tocou minutos depois, todos os alunos se levantaram de suas mesas e saíram da sala, junto com a professora, e eu, fiquei na sala, arrumando meus materiais e escutando Larissa e Layla falar suas besteiras.
- Você estava sonhando com ele? – perguntou Larissa. – Você esta piorando a cada segundo. – falou ela se sentando do meu lado na mesa.
- O que você estava fazendo? – Layla disse, me olhando curiosa.
- Deve ter sido...
- Eu sonhei com a minha vitória no amor!!! – gritei, interrompendo Larissa falar.
Elas me olharam com a maior cara de fica quieta e eu entendi que tinha falado merda.
- Eu conseguirei... realmente? – perguntei mais para mim do que para elas.

- Você realmente acredita que eu conseguirei fazer isso? – perguntei nervosa.
Larissa me olhou de longe e fez que sim com o polegar, sussurrando algo.
- Com certeza sim. Vai com tudo. – sussurrou ela de longe.
- Mas... – falou Layla.
- Calada! – interrompeu Larissa. – Ele esta vindo, concentra! – ela continuou e logo se abaixou para que ninguém a visse.
Prendi a respiração, na intenção de alguma melhorar com ela em falta e coragem a mais surgir.
- Eu... eu não consigo. Estou muito nervosa... Não consigo respirar. Talvez eu não devesse fazer isso! Não! Eu tenho que confessar meus sentimentos para ele. – pensei e me virei, para poder encara-lo, com a cartinha na mão.

Querido Lucas, como eu posso dizer? Nesse colégio tem tanta gente, e eu fui logo gostar de você. É coisa de babaca, eu sei, mas não aguentava mais esperar por algum sinal de vida teu, então decidi colocar tudo no papel logo de uma vez, e dizer que meu coração idiota bate cada vez mais forte de amores por você. Perdão se tudo isso foi tão de repente, e até entendo se não quiser mais falar comigo, mas eu realmente preciso dizer.
Eu gosto de você!
Com amor, Kate.
- Lucas, eu gosto de você! Por favor, saia comigo!
Olhei para o lado e vi-o subindo as escadas, como se não houvesse escutado o que eu havia falado, ou muito pior, me visto ali.
E quando voltei a encarar a carta, alguém estava bem em minha frente. Um garoto, que insisto dizer que nunca vi em minha vida, me olhava com grandes olhos castanhos quase mel e com cabelos espetados para cima, num tom mais claro que os olhos.
Soltei a carta num movimento brusco.
- Eu... Confessei para a pessoa errada! Você... Isso... – gaguejei tentando me explicar meu mal entendido.
- Kate! Kate! – gritou Larrisa, me chamando a atenção para onde ela estava, e então sai correndo.

- Normalmente, uma pessoa não confessa seus sentimentos para a pessoa errada. – falou Larissa, olhando para seu copo de café.
- Eu estava tão nervosa... Eu não conseguia enxergar claramente quando eu saí correndo.
- Você... é tão estúpida! – falou Larissa
- Além disso, aquele menino é um novo aluno do curso de Artes Plásticas, Justin. – exclamou Layla, olhando em uma frequência de sala.
- Não me interessa quem ele é. Ele parecia tão arrogante. – falei olhando para meu café.
- Kate, que acho que você deveria saber mais sobre ele. Eu ouvi dizer que ele é filho único do Presidente da nossa faculdade. Com o apoio do seu pai, ele continua a vir com ideias estranhas, como cursar Artes Plásticas. Ele é o líder de um grupo de garotos, que consideram o estranho comportamento dele como normal. – falou Larissa desconfiada.
- Eu ouvi que quando eles estavam no Ensino Médio, eles sempre matavam aula e agiam como delinquentes. Sempre causavam problemas! Apesar dos avisos da escola, ouvi dizer que eles também foram presos. Eles se pareciam mais com gangsters do que com estudantes. – falou Layla me olhando estranho.
- O mais absurdo é que, apesar de ser claramente um estudante ruim, as garotas ainda corriam atrás dele. Na internet, elas o chamavam de... PRINCIPE DA SEDUÇÃO.
- Ah! – reclamei, apoiando minha testa em meus braços que estava sobre a mesa. – Para cometer um erra desses na frente daquele cara, eu sou muito azarada.
- Não é tão ruim assim. Pelo menos você não é odiada pelo cara de quem gosta. – falou Larissa tentando me animar.
- Sim. Você vai encontrar outra oportunidade para dizer que gosta dele. – falou Layla, com a mesma intenção que a amiga.
- Uhm, eu espero. – falei, ainda de cabeça baixa. E foi quando me lembrei da minha carta. Levantei a cabeça assustada.
- O que é? – perguntou Larissa, assustada como eu.
- Onde está a minha carta?
- Como eu poderia saber? – falou Larissa indiferente.
- EU A PERDI!!! O que eu devo fazer? Não consigo encontra-la. Se alguém acha-la, todos ficarão sabendo. Tinha os nossos nomes escritos nela.
Voltei ao lugar onde eu havia deixado cair, e comecei a procura-la preocupada, se alguém a acha-se, minha vida esta arruinada. Será que o venta a soprou para o jardim? Era bem provável, já que estava chovendo e ventando forte. Então corri até o jardim, e me agachei, varrendo todo o terreno com os olhos a procura da minha carta, mas nada.
- Colega, está procurando alguma coisa? – ouvi a voz que eu mais adorava ouvir soar do meu lado.
- Sim. – falei simplesmente.
- O que é? Eu te ajudo a procurar.
- Estou procurando por... – e foi quando me dei conta de com quem eu estava conversando. – Um trevo de quatro folhas.
Eu não poderia contar o que eu estava realmente procurando, não naquela hora e não para ele.
- Trevo de quatro folhas? – ele perguntou realmente curioso.
O que eu estou dizendo? Poderia parecer mais idiota?
Balancei a cabeça positivamente, como se realmente fosse aquilo que eu estava procurando.
- Olá. Sou Lucas. Nós estamos na mesma turma de Economia.
- Sim, Economia.
Voltei a procurar, mas dessa vez, não mais a minha carta. Como se eu fosse achar um trevo de quatro.
Senti ele se aproximar de mim, me fazendo prender a respiração. Olhei-o, e sim, ele estava se aproximando cada vez mais de mim, e me olhando tão intensamente. E quando fechei meus olhos, ele apenas tocou no meu ombro rapidamente.
- Não se assuste. Havia um bicho no seu ombro.
Um bicho? Passei por tudo isso, meu coração disparou tanto assim por causa de bicho no meu ombro, mentira.
- Esta ficando escuro. É melhor você ir logo para casa. – ele disse e se levantou, indo embora e me deixando sozinha no frio do fim de tarde.
- Lucas! – gritei, fazendo-o olhar para mim. – Meu nome é...
- Kate.
Ele sabia meu nome!!!
- Bye Bye.

Ele conversou comigo! Ele sabia o meu nome!
- Alô? – falei feliz.
- Alô, Kate? Você encontrou a carta? – falou Larissa do outro lado da linha.
- Não encontrei! – falei me lembrando da carta.
- Não? Não se preocupe. Nós podemos procura-la amanhã. Ok? Bye. – e então ele desligou.
- Deus, por favor, faça com que aquela carta voe até a Argentina! – pensei alto. – Mas esta tudo bem. Se eu não tivesse voltado para procura-la, eu não teria conversado com Lucas.

- Senhora proprietária. – falei entrando no restaurante que minha mãe trabalhava.
- Kate, você está aqui. – falou a senhora muito simpática.
- Eu vim para encontrar a minha mãe.
- Ela saiu para entregar uma encomenda... Numa empresa perto da esquina. Eu disse para ela ir direto para casa depois. – ela falou, em quanto limpava uma das mesas.
- Eu vou procura-la, então. Obrigada.
- É mesmo, me deixe falar... Ultimamente sua mãe parece distraída. Por isso, fique de olho nela, por favor.
- Ok. Eu entendi. Bye.
Sai do restaurante, e fui andando a procura de minha mãe.

Estava andando pela rua, onde a proprietária do restaurante disse que minha mãe provavelmente estaria, e a encontrei andando devagar e portavelmente nas nuvens.
- MÃE! – gritei, assim que a vi escorregando na escada onde descia.
- Kate! – ela falou assim que me viu correr em sua direção.
- Você esta bem? – falei já perto dela.
- Esta doendo muito. – ela falou me mostrando um pequeno corte na mão.
- Mas mãe, nem esta tão grande.
- AH!
- Ok, eu vou te levar para casa, venha. – ajudei-a a levantar e caminhamos para casa.

- Aah... isso dói! – ela falou assoprando o corte, não me permitindo terminar o curativo.
- Já esta tudo bem.
- Dói.
- Ok, pronto. – falei guardando um remédio cicatrizante.
- Use isto! – ela disse me mostrando um band-aid da hello kitty.
Eu a olhei com cara de “fala sério” e ela me respondeu com um balançar de cabeça positivo.
- Ok. Por que você não é mais cuidadosa?
- Que desperdício de comida...
- Mãe, há alguma coisa te incomodando? Não? – ela balançou a cabeça como um não. – Sua chefe falou que você anda distraída no trabalho.
- Eu...
- Você não disse que nós nunca guardaríamos segredo uma da outra? – ela foi abaixando a cabeça, com vergonha. – Vamos.
- Aonde?
Fui puxando-a até chegar num lugar que ela costumava me levar quando eu era mais nova. Um parquinho na esquina de casa.
- Eu me lembro de que quando o papai faleceu, nós estávamos falidas. Nós não tínhamos dinheiro nem para pagar a viagem da escola. Naquela época, houve um furto na escola e todas me culparam por ele mesmo não tendo nenhuma prova. Eles não acreditaram em mim, e então começaram a implicar comigo.  Eles até rasgaram meu dever de casa e jogaram minha mochila na lata de lixo.
- Mas, naquela época, você não me falou nada, porque não que eu me preocupasse. – ela falou se lembrando do que havia acontecido. – Em vez disso, você faltou na escola para vir aqui. Quando eu finalmente encontrei você, ainda assim você não me contou nada. – ela continuou.
- Eu lembro que você me disse: Kate, não importa o que aconteça, eu gostaria que não houvesse segredos entre nós. Nós só temos uma a outra. Você se preocupa comigo assim como eu me preocupo com você, não é verdade? Kate, eu quero ser a pessoa mais próxima a você. Eu quero compartilhar toda a sua felicidade e a sua tristeza... para sempre. E a partir de então sempre que houvesse alguma coisa que nós não conseguíamos falar, nós vínhamos aqui.
- Kate, me desculpa. Eu não fiz de propósito. – ela falou baixo.
- Qual é o problema? Me conta. Vamos resolvê-lo juntas.
- Eu... Eu me apaixonei por uma pessoa.
- O que você disse?! Seu segredo é que você se apaixonou por alguém?!
- Eu menti para você e me encontrei com um homem em segredo.
- Eu nunca imaginei que você estivesse namorando! – gritei.
- Eu nunca mais o verei!
- Ele é casado?! Você é a destruidora de lares que acabou com o casamento deles?!
- Não. Ele é divorciado.
- Você tem certeza?! Como vocês se conheceram?! Há quanto tempo vocês estão juntos?!
- Eu o conheci quando... ele veio ao nosso restaurante... – ela começou a contar a historia longa de como haviam se conhecido.
- O que é isso que vejo no seu rosto? – falei assim que ela parou de falar.
- O que é?
- Desde quando o papai morreu, eu não via essa expressão.
- Desculpa. – ela disse e abaixou a cabeça.
- Você deveria ter arranjado um bom homem para você antes.
- Você realmente não esta brava? Você não é contra?
- Se esse homem é tão bom quanto você disse, por que eu deveria ser contra? Eu te apoiarei 100%. – ela sorriu e me abraçou forte.
- Então... – disse me soltando do abraço.
- O que é agora? – falei entediada.
- Eu posso sair hoje à noite...?
- Se eu falar que não... – ela me olhou com uma cara assustada. – Eu não seria uma filha má?! – ela gritou de felicidade e me puxou para outro abraço. 
- Mãe... Divirta-se no seu encontro! Use roupa sexy e o seduza!
- Ok! – ela disse rindo e saiu correndo de volta para casa.
Eu nem havia percebido que minha mãe estava namorando. Desde que meu pai morreu, não a via tão feliz assim.

Voltei para casa depois de dá algumas voltas pelo quarteirão, tentando pensar em algo para fazer quando chegasse em casa, mas como não pensei em nada, apenas tomei banho e fiquei assistindo TV até pegar num sono e só acordar no dia seguinte.
Quando acordei era 7:00 horas dá manhã, tomei um banho rápido, já que estava atrasada e me vesti, estava fazendo frio.
Tomei café da manhã e sai de casa, andando devagar até chegar na faculdade, indo direto para a sala. Mas quando cheguei no corredor que dava acesso a minha sala, vi aquele mesmo menino do dia anterior, Justin, parado no meio dele e sorrindo perverso para mim.
- Você perdeu alguma coisa? Para Lucas... De Kate.
Me virei, olhando para minha carta que estava em suas mãe. Andei até ele, sorrindo falsamente e quando cheguei perto, tentei pega-la. Mas ele esquivou a mão, e continuou a me olhar, com o mesmo sorriso perverso.
- Por que me agradece?
- Anh?!
- Não seja estúpida. Eu não estaria aqui tão cedo apenas para devolver uma carta. Eu ordeno a você... que a partir deste momento... você seja minha...
- O quê?
- Minha escrava.
- Que piada de mau gosto. Devolva a minha carta!
- Devolvê-la? Não acho... que você tenha entendido a situação. Se eu... fizesse cópias desta carta... digamos... 1000 cópias, e as jogasse do telhado, o que você acha que aconteceria?
Me imaginei em uma situação como essa que ela havia dito, e não seria nada legal ter varias pessoas lendo o que só uma pessoa devia saber.
- Sou um calouro no curso de Artes Plásticas. Você não precisa me chamar de “mestre”. Apenas me chame de Justin.

- Justin, que é essa garota? – perguntou um garoto, me olhando de cima a baixo e vindo até minha direção.
Justin havia me carregado a força para uma sala, onde as cadeiras estavam desarrumadas e quatro garotos o esperava.
- Onde você a encontrou? – falou outro garoto, me encarando.
- Por que ela está tremendo?
- Ela é Kate. Ela fará qualquer coisa que eu pedir. – falou Justin, sentado em uma cadeira, todo largado.
- Qualquer coisa? Legal.
- Posso ver sua roupa intima?! – perguntou um dos caras, que estava parado atrás de mim.
- Bons modos! – gritou um que estava do meu lado. – Ignore-o. Eu sou Chaz. Não te farei mal. Sou um cara muito legal, por isso... deixe-me beijá-la.
- Seus pervertidos! – gritei e senti meu corpo bater contra outro.
- Se afastem! Vocês não entenderam? Ela é exclusivamente minha. Ela ouve apenas a mim. – Justin havia me puxado e colado nossos corpos. – Certo? – ele falou bem próximo ao meu rosto, tão próximo que eu podia sentir sua respiração bater contra meu rosto, e sentir também seu hálito fresco no mesmo. – Seja obediente... ou revelarei a carta.
- Sim, eu sou sua serva mais leal.

Eu só senti meu corpo amolecer, e meu mundo desabar sobre minha cabeça. Tudo estava perdido. Ou eu fazia o que ele dizia ou eu me preparava para sofre com todos soando com a minha cara.


Continua??
Ps: as partes destacadas são pensamentos da Kate, ok? bjss

Desculpa + Sinopse de Nova Imagine

Olá meus amores, tudo bom com vocês? Sei que dei uma sumida e juro para vocês que até tentei continuar Cause Everything's Gonna Be Alright, mas a coisa ficou feia,a té porque não fui eu quem comecei ela, foi a Luana, resultado, eu não sei o que continuar, e para piorar, quando ela escreveu a sinopse, ela colocou com muitos personagens e muito mistério, mas a BEXIGUENTA (eu te amo tá Lua?) não me contou o segredo de toda a historia, e ela esqueceu, e sem ele não tem como eu continuar, a não ser que eu pense em um segredo que seja muito bom e que se encache direitinho com a historia. Mas como isso ainda não aconteceu, eu não vou posta-la tão cedo. Juro a vocês que vou fazer o meu melhor para poder inventar alguma coisa, mas por enquanto, eu não vou mais mexer nela, por enquanto.

15.6.13

Hey gente (Danger)

Bom a minha amiga Gi ta postando Danger no blog da Iza (Apenas Imagine) pra ela continuar postando vcs tem que votar na enquete que tem na lateral do blog e comentar lembrando ela posta ´´Danger´´ a ib dela e MUITO boa gente

PFVR COMENTEM E VOTEM NA ´´GI´´ http://imaginebelieberjdb2011.blogspot.com.br/
http://imaginebelieberjdb2011.blogspot.com.br/ http://imaginebelieberjdb2011.blogspot.com.br/

7.6.13

Cause Everything's Gonna Be Alright /12/

Não pensei duas vezes e entrei, dando graças a Deus por não ter mais nenhuma garota naquele banheiro, a não ser /Seu Nome/ que se olhava no espelho derrotada.
- Você esta bem? - falei baixo e me aproximei dela, que me olhava pelo espelho.
- O que esta fazendo aqui? Por acaso não sabe ler? - ela disse olhando para a água escorrer pela pia.
-Eu sei ler, só entrei porque fiquei preocupado com você.
- Não preciso de você se preocupando comigo, obrigada. - disse ela orgulhosa, lavando o rosto  e prendendo o cabelo em um coque. 
- Eu só queria ajudar. 
- Eu não quero sua... - ela falou e logo caiu em meus braços desacordada.
Peguei-a no colo e sai do banheiro, levando-a para a enfermaria.
Sua pele estava pálida, seus lábios estavam roxos e seu corpo todo mole. Parecia uma boneca. Ela estava mais vulneral que um bebê.

3.6.13

Aviso - Pequena Do Justin

Avisinho que a Pequena do Justin pediu para eu dar aqui! Ela pediu para dizer que: Não sabe quando vai postar aqui no blog porque a internet dela está horrivel e ela só tem pelo celular - Vamo combinar que é muito ruim postar por lá né?- !

2.6.13

ESTOU DE VOLTA

OLÁ, QUERIA AVISAR QUE ESTOU DE VOLTA NO MEU OUTRO BLOG (imaginebrasiliebers.blogspot.com.br). VOU COMEÇAR A POSTAR LÁ AINDA ESSA SEMANA, VÃO LÁ VER.

BJSS // BIA

1.6.13

Contrato (Cap.7)

COMENTEM PFVR 
Justin Drew Bieber’s Point Of View
Fiz esforço pra acordar antes de Anna hoje, precisava ligar pro meu pai sem que ela visse e tentar convencer Jeremy a comprar uma casa para mim e Anna morarmos, afinal, eu havia mentido pra Anna, e se ela descobrisse que não existisse casa nenhuma, estava ferrado. Levantei-me da cama, deixando Anna dormindo, coloquei uma calça jeans preta, uma camisa cinza escura, um supra preto, coloquei meu celular no bolso e saí do quarto. Procurei por um lugar mais reservado, perto do Jardim e liguei pro meu pai, demorou um pouco pra atender, mas ele atendeu.
– Pai? –
– O que aconteceu Justin? –
– Aconteceu... – acabei deixando escapar um sorriso em meus lábios.
– Esse é o meu garoto!! – Jeremy falou contente- Sem camisinha não foi?-
– Claro né pai, se não era a mesma coisa que nada... Agora tem um probleminha...-
– Que problema? – meu pai perguntou, já demonstrando irritação.
– Na outra vez que você ligou pra mim, Anna escutou o final da nossa conversa...-
– O que ela escutou? – meu pai já estava irritado.
– Se lembra quando você me falou que quanto mais rápido eu pegasse ela, melhor seria pra mim, e eu acabei repetindo “quanto mais rápido melhor pra mim”?-
– Não acredito que ela escutou isso, como você a enrolou?-
– Agora vem o problema... Falei que você tinha comprado uma casa pra eu e ela morarmos juntos, e que você tinha mandado reformar a casa, pintar, essas coisas...Por isso, tinha dito quanto mais rápido fosse a reforma, melhor pra mim... –expliquei.- E outra... ela queria ver fotos da casa! –
– Puta que pariu Justin... – meu pai gritou e eu tirei o celular da orelha.
– Foi a primeira coisa que veio na minha cabeça...- me justifiquei.
– Tá... vou comprar uma mansão na zona sul de Toronto hoje mesmo, e se der amanhã mesmo te mando as fotos da casa! –
– Ok – disse seco e terminei a ligação.
Anna Bonner Mazzafera’s Point Of View
Acordei eram umas oito horas da manhã com o meu celular tocando, passei a mão ao meu lado na cama, e percebi que Justin não estava mais lá. Peguei o celular, que estava em cima do criado-mudo ao lado da cama. Era Harry. Sorri ao ver que era ele. Enquanto atendi o telefone, andei pela suíte à procura de Justin, mas nem sinal dele. Estranho.
– Oiiii Harold – atendi entusiasmada.
– E aí como está sua vida com o garoto mais insuportável, ridículo, nojento, e infantil? – Harry começou a repetir todos aqueles adjetivos que eu tinha dado a Justin no dia da festa do meu casamento –
– Está indo... – engoli seco.
– Indo bem... mal? – Harry riu do outro lado da linha.
– A gente briga, depois estamos de bem, e assim sucessivamente!- expliquei.
– Mas ele tá te tratando bem? –
– É o que eu acabei de falar Harry, tem hora que ele é fofo, e tem hora que eu tenho vontade de matar ele... Tem momentos que ele é muito insuportável – transparecia raiva em minha voz.
– Entendi... Mas vocês já... – o interrompi, antes que perdesse a coragem de contar a verdade, Harry era meu melhor amigo, e ele iria me entender, eu acho.
– Sim, ontem... E já estou quase arrependida – falei rápido.
– Eu não acredito Anna, ele te forçou? Eu sabia que não ia dar certo essa história de casamento arranja... – o interrompi mais uma vez, Harry estava exaltado demais.
– Não Harry... Ele não me forçou a nada, eu fiz porque eu quis –
– Eu não estou entendendo mais nada Ann... Eu nunca pensei que você... – ele parecia que estava tomando coragem para terminar a frase – Nunca pensei que você era um vádia Anna – ele disse sem medo.
Senti meus olhos se encharcarem de lágrimas, a pele das minhas bochechas ardiam e queimavam em ódio e vergonha. Nunca imaginei Harry falando isso de mim. Nunca. Ele sempre me tratou como uma princesa, sempre foi o meu melhor amigo, quando tinha 14 anos, ele me pediu em namoro, dizendo que eu era a garota mais especial do mundo, e que ele não poderia deixar eu escapar de suas mãos. Acabamos porque Harry teve que se mudar para Londres, e só voltamos a nos ver há dois anos quando ele se mudou de volta para Stratford. De vez em quando ele dizia que me amava, e queria voltar a namorar comigo, mas eu sempre achei que era melhor sermos amigos. Meu choro estava entalado na minha garganta, sentia vontade de gritar.
– Anna, você está aí? – Harry perguntou, eu estava há um bom tempo em silêncio.
– Eu estou me sentindo péssima agora Harry - comecei a soluçar entre lágrimas- Nunca pensei que você me chamaria de vadia – dei ênfase na ultima palavra.
– Foi sem querer Ann, eu fiquei com raiva, mas... – ele parecia procurar palavras, mas não deixei.
– Chega! Não quero mais ouvir nenhuma palavra da sua boca hoje... –
– Ann... – foi tudo que eu ouvi dele, antes de terminar a chamada.
Estava me sentindo um lixo, por um lado Harry tinha razão, eu realmente me entreguei muito fácil a Justin, mas Harry não podia ter me tratado assim. Não mesmo. Fui ao banheiro, olhei-me no espelho que havia em cima do balcão da pia. Estava vermelha, meus olhos um pouco inchados e meu cabelo bagunçado. Enxuguei as lágrimas com as costas das minhas mãos, e voltei a me encarar no espelho. Realmente eu era uma idiota. Ouvi a porta do quarto abri, me recompus o mais possível, e coloquei minha cabeça do lado de fora do banheiro pra ver quem era. Justin acabava de chegar.
– Onde você estava? – perguntei.
– Por aí... – deu de ombros.
Percebi que o velho Justin havia voltado. Entrei no banheiro novamente, tomei banho, e tentei me esquecer de tudo que tinha acontecido. Saí do banheiro com uma toalha em volta do corpo, e outra enrolada em meu cabelo. Justin estava assistindo televisão e nem me notou, eu acho. Coloquei essa roupa (http://www.polyvore.com/day/set?.locale=pt-br&id=54038044) e saí do quarto, sem dar explicações. Mau saí do quarto, e senti alguém me segurar pelo braço.
– Onde você está indo? – Justin segurava meu braço.
– Um lugar chamado “por aí”... – respondi irônica e me soltei dele.
Justin finalmente me deixou em paz, e eu segui caminho até o jardim do Hotel, fiquei sentada naqueles bancos de praça. Eu precisava espairecer, sozinha.
Justin Drew Bieber’s Point Of View
– Um lugar chamado “por aí” – ela respondeu, soltando-se de mim, e fugindo do meu campo de visão. Que menina louca, já estou perdendo a paciência com ela. Voltei pro meu quarto, tomei banho e depois fui tomar café. O dia se passou assim, sem sinal da Anna. Já eram dez e meia da noite e nada dela. Uma coisa eu sabia ela não estava no Hotel. Decidi sair do hotel à procura dela, ela com certeza estaria por perto.
Anna Bonner Mazzafera’s Point Of View
Eu não sei o que deu em mim, mas eu senti vontade de sair dali, sair desse hotel. Dei uma volta pela praia, depois comi naquele mesmo lugar de ontem, fiquei ali sentada sem fazer nada por um bom tempo, existiam várias pessoas bebendo no restaurante, acabei pedindo uma vodka pura, dizem que bebida te faz esquecer os problemas, e era isso que eu precisava, esquecer todos os meus problemas. Tomei um copo, dois copos, sete copos. Já estava me sentindo alegre, até demais. Tinha uma homem sentado há três mesas de distância de mim. Ele me encarava, e isso já estava me irritando, ele veio até minha direção, e se sentou numa cadeira a minha frente.
– O que faz uma moça tão bela beber tanto assim? – ele perguntou em inglês, ele deve ter percebido que eu não era daqui.
– Não é da sua conta. – respondi com dificuldade, já sentia minha língua pesar.
– Nossa... A gatinha é arisca? – ele perguntou rindo.
Mas que papo nojento...
– O que você quer? – perguntei diretamente.
– Uma companhia pra hoje à noite. –
– Já é noite...-
– Eu sei... Vai ter uma festa aqui na pub ao lado. Quer ir... comigo?–
– Olha... eu não to num bom estado pra festa, e... e eu nem te conheço – disse me levantando da mesa pra ir embora dali.
– Prazer, sou Louis – ele estendeu a mão para um comprimento e eu ignorei, mas ele segurou meu braço, impedindo que eu fosse embora - E você chama-se?-
– Anna – respondi, pra ele me deixar em paz.
– Vamos Anna, você não vai se arrepender... Garanto que vai se divertir – ele tentava me convencer.
– Vou me divertir? – perguntei séria, era tudo o que eu precisava.
– Se é isso que você quer... Vai sim – ele sorriu malicioso.
Quer saber? Foda-se. Eu precisava me divertir pelo menos uma vez.
– Tá bom, você me convenceu. – ele sorriu vitorioso.
Já estava tarde, mas não tinha noção da hora exata. Louis me levou até a Pub, era bem grande, todas as paredes eram pintadas de preto, mas existiam várias iluminações coloridas, que não deixavam o ambiente escuro. A Pub estava quase vazia, mas ele disse que em questão de minutos, já estaria lotada. Pedi uma Margarita e Louis me acompanhou na bebida. Ele era até legal e bonitinho, mas o jeito dele às vezes me assustava. A Pub começou a encher. Eu assistia tudo, sentada num banco de frente pro bar. Louis me observava.
– Vem... vamos dançar – Louis estendeu sua mão.
– Mas essa música é lenta, tem que dançar junto, e olha – apontei pra minha aliança – Sou casada! – fiz uma careta.
– Não tem problema, como eu disse, só uma dança.- ele me puxou pra si.
Louis tinha pegada, ele me conduziu muito bem a dança inteira. Juro, que se não tivesse casada, ficava com ele. Senti Louis apalpar minha bunda, com uma das mãos.
– Ei – tirei a mão dele da minha bunda – O que pensa que está fazendo?- empurrei Louis pra longe de mim.
– Vai dar uma de santinha agora? – ele me puxou pra perto dele novamente, me apertando com força.
– Eu não te dei liberdade pra isso.. – gritei, e algumas pessoas já prestavam atenção à tudo.
– Ah não? Então você conhece um estranho, deixa ele te levar pra uma festa, bebe com ele, dança com ele, e agora você tá dizendo que não me deu liberdade? – ele ainda me apertava em seus braços.
– Não, eu não te dei – disse óbvia e ele me jogou no chão, as pessoas estavam gritando, algumas incentivavam o que Louis estava fazendo, outras gritavam em desaprovação, mas Louis não estava nem aí pros outros, ele tinha seus olhos raivosos fixos em meu corpo.
– Você é só mais putinha que eu encontro por aqui... – ele deu um tapa em meu rosto, e gemi de dor, não tinha forças pra reagir – Agora, você vai aprender a não rejeitar um homem vadia – de novo essa palavra, primeiro Harry, agora esse miserável do Louis.
Meu corpo estava jogado no chão, Louis se aproximou e sentou sobre meu corpo, ficando sentado sobre minha barriga, não, isso não podia estar acontecendo.
– Me larga, me solta!! – gritei o mais alto que pude, mas isso só piorou tudo, ele prensou meus pulsos no chão, e se deitou sobre mim, selando nossos lábios, pedindo passagem para um beijo, mas eu fechei a boca e não abri. Tentava pedir ajuda pras pessoas que estavam no local, mas elas pareciam mais assustadas e apavoradas que eu, muitas delas estavam indo embora. Louis desistiu de meus lábios, tirou minha jaqueta, e depois rasgou minha blusa sem piedade alguma. Ele encarava meus seios com malícia e ao mesmo tempo ira. Eu já estava chorando desesperadamente, gemendo alto, Louis pegou um pedaço de pano da minha blusa rasgada e tampou minha boca, para que eu não pudesse gritar. Eu não tinha mais saída, estava presa e sem possibilidade alguma de pedir socorro.
– Você vai foder comigo à força – ele sussurrou no meu ouvido, fechei meus olhos com força, tentando não ver nada que ele fazia comigo.
Justin Drew Bieber’s Point Of view
Entrei no carro e fui em direção ao centro da cidade, ela com certeza deve ter ido pra lá, passei pelo restaurante e ele já estava sendo fechado, mas havia uma vendedora, fechando o lugar. Fui até ela, e por coincidência era mesma garçonete, que tinha nos atendido ontem.
– Boa Noite moça... – me aproximei dela.
– Desculpa senhor, a loja já está sendo fechada – ela respondeu sem ao menos olhar na minha cara.
– Não, não é isso... – ela me olhava agora – Se lembra de mim? – ela semi cerrou os olhos, parecia fazer esforço para se lembrar de mim.
– Ah sim lembro, você estava com sua namorada aqui, estava comendo buchada –ela comentou.
– Ainda bem que você se lembra da minha esposa, você viu ela hoje? Ela passou por aqui?-
– Ah eu a vi hoje sim, ela até estava acompanhada por um homem...-
Homem? Como assim? Com quem Anna estava? Pensei.
– Homem? – perguntei curioso.
– É, eles ficaram conversando e depois saíram, eu acho que eles foram pra Pub aqui do lado, não tenho certeza... –
– Ah muito obrigado. – ela assentiu com a cabeça, e eu saí correndo em direção a Pub.
Que estranho, tinham várias pessoas do lado de fora da pub, pareciam assustadas, alguma coisa de errado estava acontecendo, ouvi pessoas dizerem para eu não entrar, mas eu fingi que não havia escutado, alguma coisa me dizia pra entrar, alguma coisa me levava a acreditar que Anna tinha tudo a ver com o que estava acontecendo.
 

©código base por Ana .